Coluna
É normal ouvirmos alguém falar que tem “escoliose”,
“lordose” ou até mesmo “cifose”.
Na realidade os nomes acima citados são em termos
algumas formas de curvaturas da coluna vertebral. Todos
nós possuímos curvaturas lordóticas
ou “lordose”, curvaturas cifóticas ou
“cifose”. Só que alguns casos estas curvaturas
são um pouco mais acentuadas, ou seja, fora do eixo
normal e por isso são consideradas hipercifose ou
hiperlordose. Quando se tem uma hipercifose ou uma hiperlordose
pode haver complicações posturais e, conseqüentemente,
dores localizadas ou até mesmo dores irradiadas para
algum membro de nosso corpo. Tanto a hipercifose como a
hiperlordose podem ser melhoradas ou até mesmo revertidas
em crianças em fase de crescimento, basta que para
isso realizemos uma avaliação postural neste
período.
Deveria ser uma prática comum
entre os pais e a escola a preocupação com
a postura dos filhos e alunos, pois assim evitaríamos
problemas futuros criando nelas uma conscientização
corporal.
Mas o assunto só é levado
a sério quando a criança possui alguma deformidade
explícita que causa discriminação ou
foge dos padrões estéticos considerados normais,
fazendo com que assim os pais busquem auxílio de
profissionais qualificados para o tratamento específico,
que na maioria das vezes são natação,
RPG, fisioterapia, ginástica corretiva ou o uso de
aparelhos corretivos.
Quando isso não acontece a
criança termina sua fase de crescimento sem corrigir
o problema e em alguns casos o problema torna-se pior, pois
o peso corporal, o dia-a-dia individual e os maus hábitos
posturais acabam influenciando para isso.
Irei citar agora alguns, dentre tantos,
detalhes que às vezes passam desapercebidos, mas
estão ajudando a aumentar os desvios de coluna ou
seus comprometimentos tanto em crianças como em adultos:
O tipo de colchão;
A quantidade de travesseiros;
A posição da TV no quarto;
O móvel que fica o computador;
O calçado inadequado para a pratica de esportes;
O calçado inadequado para a profissão;
A cadeira da escola;
A cadeira do serviço;
A mochila escolar;
A pasta de documentos;
A posição de dirigir;
A forma de ler o jornal ou um livro;
A altura do tanque ou da pia de nossa casa ou serviço;
Nem sempre a posição
mais confortável é a melhor para nossa coluna.
O importante é realizarmos uma avaliação
postural criteriosa, conhecendo nossas possíveis
alterações no eixo vertebral e assim estarmos
policiando-nos constantemente em nossas atividades rotineiras.
Por: BemStar
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