Setembro Amarelo na empresa: crie uma campanha de prevenção ao suicídio!

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Setembro Amarelo na empresa: crie uma campanha de prevenção ao suicídio!

O Setembro Amarelo na empresa é uma campanha que não pode faltar na sua organização, envolvendo uma série de ações que tem tudo para agir em prol da saúde mental dos seus colaboradores, como:

- explique os motivos que podem levar ao suicídio;
- implemente uma cultura organizacional focada em auxílio;
- realize treinamentos;
- ofereça suporte e apoio;
- decore a empresa com a cor do Setembro Amarelo.

Até pouco tempo atrás, o suicídio, a depressão e a saúde mental das pessoas era um assunto inconveniente. Um verdadeiro tabu social do qual muita gente buscava distância.

Como resultado disso, viramos testemunhas de um assustador índice em que, uma pessoa a cada 40 segundos comete suícidio!

Dessa maneira, uma questão tão presente quanto chocante em nosso cotidiano, não pode mais ser um tabu. Por isso, o Setembro Amarelo na empresa tem vigorado com mais força ano após ano, desde que foi idealizado.

E, neste post vamos discutir abertamente o assunto com você para que, ao longo do mês, o Setembro Amarelo na empresa também se torne algo relevante e com foco na valorização da vida. Boa leitura!

O Suicídio no Brasil
Vamos esquecer por alguns momentos, que o suicídio é uma palavra que causa constrangimento às pessoas: vivemos, atualmente, um surto de depressão e ansiedade no país. E esses distúrbios psicológicos estão intimamente relacionados ao aumento significativo de tentativas de suicídio.

Assim, com a saúde mental abalada, os índices se elevam e sentimos uma profunda sensação de impotência. Uma sensação, entretanto, puramente ilusória.

Tudo porque o suicídio — embora tenha aumentado 7 pontos percentuais, no país, ao longo dos últimos 6 anos — é uma decisão que pode (e deve) ser prevenida. E, quanto antes discutida, melhor.

 

Por que precisamos falar sobre o suicídio?
Justamente, em decorrência desse caráter de prevenção. Por meio do Setembro Amarelo na empresa, o seu RH demonstra que tem totais condições de enfrentar o problema abertamente — e, o mais importante, junto com os seus colaboradores.

Se um funcionário tem desconhecimento sobre o assunto, o Setembro Amarelo na empresa pode ajudá-lo a usar as informações aprendidas para ajudar um amigo ou familiar — ou mesmo para si.

E se a questão é ainda um tabu para algumas pessoas, as campanhas podem ajudar a minimizar, gradualmente, o problema como algo sigiloso. Trata-se de um assunto de imensa importância, o que reforça o valor da campanha Setembro Amarelo em todo o país.

A campanha Setembro Amarelo
Em 2012, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já alertada: 800 mil pessoas tiram a própria vida anualmente. Em geral, são decisões motivadas por profunda angústia, tristeza e desesperança — características comuns à depressão, mas também ao estresse, por exemplo, ou mesmo recorrentes exposições de humilhação.

Até por isso, os assédios que acontecem dentro das empresas, como o bullying, devem ser levados a sério. Como saber o que esse tipo de comportamento causa no psicológico de uma pessoa, se poucos profissionais são encorajados a discutir a questão livremente?

Foi assim que o Setembro Amarelo ganhou cores, espalhando-se pelo país como uma medida coletiva de prevenção ao suicídio.

 

Como surgiu?
Tudo teve início em 2015, no Brasil, com a campanha capitaneada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Naquele ano, o foco restringiu-se à capital do país, apenas, mas logo o amarelo da esperança percorreu todas as capitais e cidades do Brasil, que aderiram também ao movimento.

E existem dois motivos para o Setembro Amarelo levar esse nome: no dia 10 de setembro comemora-se o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. E a cor está relacionada com o resgate da esperança.

Tudo a ver, então, com o uso significativo do Setembro Amarelo na empresa, não acha.

O Setembro Amarelo na empresa
Trazendo o problema — e boa parte da solução — para dentro da sua organização, o Setembro Amarelo na empresa pode ser mais do que uma mensagem de conscientização: pode salvar vidas. Literalmente.

Afinal de contas, grande parte do movimento prega a conscientização coletiva sobre a prevenção do suicídio. Chega de ignorar um colega constantemente deprimido, por exemplo, ou acusar de frescura uma pessoa que se sente deslocada em determinado ambiente ou situação.

Com o Setembro Amarelo na empresa, todos celebram as diferenças e enfrentam, como uma grande equipe, toda e qualquer adversidade.

Ações para o Setembro Amarelo na empresa
Para ajudar a inspirar o Setembro Amarelo na empresa onde você trabalha, nós reunimos algumas dicas interessantes sobre o assunto!

 

Explique os motivos que podem levar ao suicídio
Embora a depressão seja um dos principais fatores, muitas outras situações podem impulsionar a pessoa a esse ciclo depreciativo até optar pelo suicídio, como:

distúrbios psicológicos além da depressão, como transtorno bipolar, estresse, esquizofrenia, ansiedade e estresse pós-traumático, entre outros;
uso descontrolado de substâncias (como remédios controlados e drogas ilegais);
isolamento (em decorrência de diferentes motivos, como a personalidade da pessoa ou mesmo as já citadas situações de assédio).
Quando isso é falado e reforçado para as pessoas, talvez fique fácil identificar eventuais funcionários que possam estar enfrentando o problema — até então, em silêncio ou apoio.

 

Implemente uma cultura organizacional focada em auxílio
O RH pode ter um papel importante no Setembro Amarelo na empresa. Afinal, o setor pode se colocar à disposição para tirar dúvidas, encaminhar auxílio profissional a quem desejar e até mesmo ajudar a solucionar problemas que podem se agravar — novamente, a já citada situação de assédio.

Uma cultura organizacional próxima e humanizada ajuda a celebrar as diferenças (sejam elas de raça, credo, gênero ou qualquer outro fator) e a aproximá-las, não segregá-las. E isso pode fazer toda a diferença não apenas na campanha do Setembro Amarelo na empresa, mas ao longo do ano inteiro.

Para tanto, convém a elaboração de um código de conduta para que todos os funcionários saibam, desde o primeiro dia de trabalho, qual é o posicionamento da empresa sobre o assunto.

 

Realize treinamentos
Como proceder, caso o parente de um funcionário esteja pensando em suicídio? Como identificar os sinais de depressão? Como orientar uma pessoa que se nega a procurar ajuda?

Essas e outras pautas podem ser abordadas pelo setor de RH e, com isso, ampliar a conscientização e o conhecimento sobre os distúrbios psicológicos e todas as suas consequências — diretas e indiretas, inclusive.

Saber como proceder, diante de situações assim, é uma maneira de valorizar não apenas o seu quadro de funcionários, mas as pessoas por trás de cada crachá.

 

Ofereça suporte e apoio
Novamente, o elemento humano é uma das grandes ações para o Setembro Amarelo: transforme os colaboradores em pessoas capazes de ajudar a quem necessita. Mais que isso: interessadas e preocupadas.

Por exemplo: o absenteísmo pode ser um problema que causa conflitos entre colegas de trabalho. Mas, e se as ausências forem motivadas por um quadro agravado de depressão?

Assim, aprender a observar o problema com mais razão e imparcialidade pode ajudar a recuperar um amigo com problemas, e não afastá-lo ainda mais por conta das consequências da depressão ou outro problema.

 

Decore a empresa com a cor do Setembro Amarelo
Por fim, a ação mais simbólica para o Setembro Amarelo na empresa, mas muito funcional: decore-a em amarelo. Espalhe balões amarelos, faixas na mesma tonalidade e distribua materiais de divulgação sobre o assunto.

Dessa maneira, o suicídio e qualquer causa associada a essa grave decisão podem ir além dos corredores da sua empresa, alcançando alguém que possa necessitar desse apoio também do lado de fora.

E aí, inspirou-se a reforçar a importância do Setembro Amarelo na empresa? Então, que tal dar o primeiro passo de conscientização assim que finalizar esta leitura? Basta compartilhar este post nas suas redes sociais e, com isso, fomentar a discussão sobre o assunto — seja para ouvir alguém que passe por esse tipo de problema ou mesmo para que mais pessoas entendam a relevância do tema!



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